Na era dos produtos e dos negócios digitais, falhas em conexões podem trazer prejuízos irrecuperáveis para as organizações

*Por Ederson Rodrigues

No mercado corporativo, ter problemas de indisponibilidade de rede é como ficar sem energia elétrica! Se a rede apresentar interrupções, tudo para, causando prejuízos não só financeiros, de produtividade ou regulatórios, mas também da marca.

Na era da Transformação Digital, cada vez mais empresas movimentam seus processos por meio da rede. Mesmo departamentos aparentemente offline, como contabilidade e recursos humanos, precisam dela para alimentar sistemas e disseminar informação.

E quando acontece a indisponibilidade de rede?

Até empresas de médio porte, que conectam não mais do que 50 dispositivos, podem ter dificuldades para manter a estabilidade, principalmente em ambientes multivendor – que operam com equipamentos de várias marcas –, o que acontece muito no Brasil, geralmente por conta dos custos.

O ambiente heterogêneo dificulta a análise dos sistemas conectados. Isso exige muito trabalho manual dos administradores que, para identificar anomalias, precisam gerar um “delta comparativo”, ou seja, comparar as informações trafegadas pela rede na última hora e no momento da análise para descobrir se ocorreu um erro nesse intervalo de tempo.

De forma manual é muito difícil fazer uma análise ágil e eficiente do ambiente, por isso os problemas de indisponibilidade de rede começam pequenos e se tornam grandes. E quando se trata de uma multinacional, o problema é ainda maior pois são mil, dois mil dispositivos conectados a serem analisados.

Indisponibilidade de rede: prejuízos e prejudicados

Apesar de existir a oferta de ferramentas para fazer essa análise e gestão, elas pecam pela falta de recursos precisos de investigação de incidentes.

Veja o caso de uma empresa alimentícia brasileira (multinacional) que, por falta de ferramentas de diagnóstico viu um pequeno problema de conectividade crescer e parar completamente o processo de faturamento em todas as plantas espalhadas em um dos estados em que atua.

Em um ambiente de rede, uma falha gera problemas em cascata, o que dificulta encontrar a causa fonte do incidente. Nessa empresa, os prejuízos foram milionários, mas tudo poderia ter sido resolvido no primeiro dia se usassem a ferramenta correta.

Outro ponto comum no mercado corporativo é o uso de diferentes marcas de soluções de rede operando ao mesmo tempo, sendo que uma exibe informação de forma diferente da outra. Essas soluções exigem conhecimento técnico dos profissionais de TI, porém os custos para as certificações são altos e os treinamentos só são oferecidos em inglês técnico, o que reduz o acesso ao aprendizado, afetando diretamente na gestão das ferramentas.

Recursos das atuais ferramentas – ou a falta deles

Muitas ferramentas de análise de ambiente de rede disponíveis hoje no mercado precisam ser configuradas manualmente, cadastrando e atualizando as tecnologias conectadas, uma a uma. Conforme as redes crescem, e com a alta demanda sobre os administradores de TI, aos poucos essas ferramentas deixam de ser atualizadas. Então, quando surge um problema, não há informações suficientes para uma rápida correção.

Também existem ferramentas inteligentes da segunda geração que fazem a análise automática, mas não trazem informações críticas da rede. Por exemplo, fazem uma análise completa dos protocolos de roteamento ou analisam todos os logs gerados, mas a maioria das empresas não faz este tipo de análise complexa e detalhada.

A terceira geração, formada por ferramentas mais inteligentes e avançadas, detectam todos os problemas, mas são onerosas para os padrões das empresas brasileiras. Além de cobradas em dólar, elas não possuem o suporte adequado para nossa realidade. E ainda, a comunicação é em inglês, o que pode causar demora e ruídos no atendimento.

Solução vai mudar o jeito de fazer troubleshooting

Para resolver todas essas questões, a Nap IT acaba de colocar no mercado o Harpia, uma plataforma que faz o gerenciamento de rede, oferecendo ampla visão da topologia do ambiente, o que permite a resolução de problemas de forma mais rápida e assertiva.

No próximo post do nosso blog você saberá como o Harpia funciona.

Enquanto isso, clique aqui e conheça algumas das características dessa plataforma.

*Ederson Rodrigues é engenheiro de redes sênior, double CCIE (Service Provider e Routing & Switching) da Nap IT.

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